quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010?

2010 já?
Como assim?
Não acredito, mais um ano passou, e eu cada vez ficando mais velha...
Tá, todo mundo AMA ano novo, aqueles votos que todo mundo sempre faz, que tédio. Tá (de novo), é óbvio que eu REALMENTE desejo isso à todos, um ano de paz, amor, e tudo, tudo mesmo, de bom!
Mas, não consigo querer que o tempo passe e eu cada vez fique mais velha e tenha que ter RESPONSABILIDADES, as temidas responsabilidades.
Afee..
Deixa eu terminar esse post HORRÍVEL.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Meu lar, meu firmamento

Meu trapézio balançando lento, preso lá no firmamento e eu tentando me equilibrar.
Equilibrar-me e quem sabe, de tão próxima, esticar lentamente minhas mãos na possibilidade de uma estrela alcançar.
Mágico esse momento,esse lugar onde se podia de repente escutar:
- Ah os meus bigodes!
é tarde, é tarde,
tão tarde até que arde,
alô, adeus,
é tarde
é tarde
é tarde.
Estaria eu delirando ou teria mesmo ouvido o meu relógio de parede falar?
Ponteiro dos segundos a correr, desesperado, obcecado em manter o tempo a girar e o 1o de Janeiro marcar. Mas novo ano entrou e o ponteiro não descansou.
É tarde, é tarde, alô, adeus, hoje, ontem, amanhã, velho ano, ano novo, tudo igual, tudo igual, tudo igual ...
Era o cuco do relógio balançando lento, na dança do tempo, e eu tentando me equilibrar no fio do presente sem resvalar no passado ou no futuro.
Equilibrar-me no fio do presente e sentir, que mesmo sendo igual a tantos outros momentos do ontem, do velho ou do novo não é isso que importa.
Existir. Andar, correr, balançar e quando olho atentamente em baixo de meus pés percebo que posso observar todos e tudo o que fazem.
Brinco de vê-los;
Esses seres que correm sem ver que o tempo pode passar lento também
alô, adeus, é tarde
é tarde
é tarde!
é tarde... tarde? Não para mim que vivo a brincar, pra cá e pra lá, pra cá e pra lá.
Feito o mundo que não para de girar, quem sabe numa dessas voltas um amor trapezista arme seu palco no meu peito e eu lhe estenda minha pele como rede de proteção?
Quem sabe...
É.. Quem sabe?
Mas, por enquanto sigo eu.
Cantarolando no ritmo do meu trapézio, viajando sem sair do lugar;
Esperando esse meu amor, quem sabe um dia, chegar.

FIM

Texto escrito por: Tina, sueli aduan, CajadOmatic e dana paulinelli

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Minha criança, meu Natal.

Não quero que ela morra
Não quero que ela vá embora,
Não quero que essa criança
Deixe de existir em mim!

Porque no Natal
Eu ainda tento acreditar
Que aquela estrelinha mais forte
Vai brilhar
E que a magia
Nunca, nunca vai se acabar.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"Eu queria...

...era dizer diferente aquilo que todo mundo sente mas, não consegue expressar"

Eu queria mesmo era que que cada palavra que eu digo, escrevo, pensou ou até mesmo digito pudesse tocar cada pessoa que a ouvisse, lesse ou entendesse por uma simples troca de olhares.
Eu queria conseguir explicar cada detalhe do que habita em mim, cada pensamento, lastima ou sorriso.
Cada passo que eu dou, a forma como meus pés tocam o chão, a forma como meus olhos vêem os teus, ou os de qualquer outra pessoa.
Explicar as milhões de vozes que ouço, de onde vem ou o que são. O que significam e o que dizem. Elas são meio confusas, fazem controvérsias, devo escolher qual seguir. Devo escolher qual ouvir.
Olha eu de novo tentando explicar!

Teatro

Inexplicável



Inesquecível


Dá vontade de nunca mais parar!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Só mais um desabafo.

Eu sempre quis ser ouvida mas, não tinha exatamente coragem para falar.
Eu era o tipo de garota que andava com quem viesse atrás de mim, só falava com quem puxasse conversa...
E por isso achava que ninguém é que gostava de mim. Dizia que era na minha mas, na verdade eu era tímida e insegura, dificilmente me soltava.
Incrível como um gesto pode mudar uma pessoa. Incrível como decisão, talvez precipitada, muitas vezes nem sua, pode mudar sua vida!
A solidão crescia dentro de mim, faltava alguém (vejam em Sou boneca com defeito), faltava meio que um pedaço de mim.
Não vou dizer que ela foi substituída, ela nunca será. Melhores amigos são insubstituíveis, e a minha só está temporariamente afastada de mim.
Mas, me encontrei em outras pessoas, coisas, e encontrei em uma parte de mim que nem eu mesma conhecia.
Me superei cada vez mais, a cada dia, eu crescia e aprendia. Aprendia que eu sou uma parte de um todo, e esse todo não gira em torno de mim, dos meus gostos ou desejos, eu tinha que entender.
Espero ter crescido o suficiente para não mais me arrepende, para não mais esquecer, e para saber que se eu o fizer, ou chegar perto, sou humana, errei e erro.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Só o tempo

Um coração partido;
Só o tempo cura.
Uma vida perdida;
Só o tempo apaga.
Uma flor caída;
Só o tempo leva.
Dois corações;
Só o tempo une.
E reúne...
E reúne...
E reúne.

A que era mulher de verdade! - Parte IV - Desabafo da Amélia

O tempo passou, Amélia e Fábio se casaram mas, não foi tudo como imaginavam.
Quando completava 4 meses de gravidez, Amélia descia as escadas de sua casa, quando, por um descuido tropeçou, os degraus pareciam não ter fim, já que ela não os viu... Chegou desacordada ao hospital, e ao despertar recebeu a notícia: Não haveria mais bebê.
Os dois nunca mais pensaram em ter filhos, nem falavam nesse assunto.
O tempo passava mais e mais, Amélia já tinha seus 30 anos, quando voltava da casa de sua mãe junto com Fábio e decidiram parar em uma praça.
Se sentam um em cada ponta do banco, ele coloca o cigarro do lado, abre o jornal e começa a ler, ela senta com as pernas juntas, e fica olhando para os lados procurando algo para fazer ou observar, olha para ele, olha para os lados, vai ficando irritada, olha de novo pra ele... Ele continua olhando o jornal, ate que ela não aguenta, e tenta conversar.
_Lembra quando éramos adolescentes? E ficávamos namorando neste banco? A gente nem via o tempo passar, só queríamos ficar juntos. Mas agora depois de casados que estamos juntos, você nem me dá mais atenção, nem me beija mais. Só quer saber desse jornal. Por que eu te amei Fábio? Por que as pessoas tem que amar, hein? O amor deveria ser proibido, bem, proibido não, pois que tudo o que é proibido é mais gostoso, mas ao menos os amores deveriam der desmotivados, algo parecido com essas campanhas contra o cigarro. Imagine só, no intervalo de cada novela, após vermos os sofrimentos de amor de uma dessas abestalhadas que se chamam "Helena" e que ficam 235 capítulos sofrendo por um cara que no fim das contas não vale a pena, no intervalo nós veríamos fazer campanhas dizendo "minha queria telespectadora, não ame, pois o amor pode ser prejudicial a tua saúde". Relatos sobre pessoas que se mataram por amor, que enlouqueceram por amor, que jogaram suas vidas na lata de lixo por conta deste conceito abstrato. Mas acho que não adiantaria, veja você, fumando um cigarro onde no verso está escrito: "fumar causa câncer", e pouco se importando... Sabe... Por incrível que isso lhe pareça, um dia eu tive sonhos... Sonhei, por exemplo, em ser atriz! Todos diziam que eu tinha talento pra isso. Mas você, não gostava do teatro, ou melhor, não gostava de ver a "sua mulher" metida junto com esse "bando", que é como você sempre chamou o pessoal do teatro! E você com toda essa pinta de intelectual, nunca conseguiu assistir uma poça inteira comigo. Quantos amores eu teria vivido, que caminhos eu não teria seguido, quantos papéis eu não teria interpretado? Eu poderia ter contracenado com cada ator lindo! Fábio Assunção, Rodrigo Santoro, hum! Eu poderia ter casado com o Rodrigo Santoro! É, mas eu tive que abandonar a arte para que pudesse me dedicar a você. Porque eu te amo.
Olha para ele, ele continua lendo, nervosa pega o jornal, joga no chão e sai. Ele pega o jornal do chão, guarda o cigarro no bolso, e depois sai tranquilo.

FIM

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A que era mulher de verdade! - Parte III - Aborto e pré-natal

Já faziam 3 meses que Amélia e Fábio namoravam, mas, sem o consentimento dos pais dela.
Eles acreditavam que ela era muito jovem, uma menina, uma criança, e ainda por cima não confiavam em Fábio.
Como se a proibição os impedisse de se encontrarem as escondidas, mal sabiam seus pais de que Amélia não era mais uma menina...
Uma manhã, Amélia acordou com um enjoo imenso, mal se aguentava, não era o primeiro sinal, ela já tinha quase certeza, estava grávida.
Já nem sabia o que pensar, não sabia qual seria a reação de seu namorado, seus pais, todos! O que seria da sua vida?
O primeiro impulso de Fábio foi pedir para que ela abortasse mas, sequer teve coragem de propor tal coisa... Só conseguiu pensar em uma solução, se casariam.
Mas e minha carreira, dizia Amélia, e o teatro? Ela sabia que Fábio não suportava ver peças, nunca lhe dissera isso, mas também nunca vira uma peça inteira com ela, detestava tudo isso.
Eram de gostos e mundos completamente diferentes, e agora tinham um elo, uma ligação, estariam unidos para sempre.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A que era mulher de verdade! - Parte II - Quero ser atriz

O tempo passava e Amélia crescia. Era linda, delicada e educada. Seu passatempo preferido, entre outros, era ir as aulas de teatro e, é claro ficar em frente ao espelho repassando tudo o que aprendeu.
Foi, com o tempo, se apaixonando por esse mundo de sonhos e fantasias...
Sabia que era esse o caminho que iria seguir, para o resto da vida. Queria ser atriz, queria brilhar, nos palcos, na TV, no cinema, queria brilhar! Nascera para brilhar!
Amava todos os seus amigos do grupo de teatro, amava também, e demais, seu namorado Fábio.
Era seu primeiro namorado e queria, com todas as suas forças que fosse o único.
Amélia, com seus 15 anos, era ainda um tanto inocente, posso assim dizer. Já Fábio, com 23, já devem imaginar.
Que ela o amava é fato. Mas, Fábio a amava do mesmo modo? Ou queria apenas "possuí-la"?
Isso deixo para que cada um de vocês tire suas próprias conclusões.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A que era mulher de verdade! - Parte I - Nasce uma princesa

05 de Março de 1979. Nascia na pequena cidade de Andirá, norte do Paraná uma bela menina, de olhos castanhos e um olhar profundo, em suas pequenas mãozinhas que, com forçam apertavam os dedos da mãe se via uma também pequena manchinha, algo sem forma ou cor definida, algo único, simples e raro. Assim como ela.
Seu nome, não podia ser mais propício: Amélia.
Seus pais, Augusto e Cláudia, cuidavam com todo o carinho e amor de sua filha única. Era para ela toda a sua atenção.
Os dois iam, com o tempo, fazendo tudo o que achassem necessário para que sua pequena Amélia fosse a mais educada, bela e simpática garota de toda a família, a preparavam para se dar bem em qualquer profissão, família ou seja lá o que fosse o futuro que ela ia escolher.
Lhe davam liberdade, mas não muita.
Lhe faziam os desejos, mas não mimavam.
Era a garota perfeita.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Uma chave para um recomeço.


"Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti." [ Friedrich Nietzsche ]

Janelas fechadas observo o quarto. Silêncio e som de pássaros Sobre a mesa um xícara com chá descansa. O bem-estar do chá, o pensamento longe , o prazer da escrita.

Começo ansiosamente e com as pontas dos dedos tecla os primeiros acordes.

Depois das mil noites de treinamento constante a recompensa de Sir Loyale, Mago do terceiro circulo da ordem de Balsam Phy, está em suas mãos, literalmente em suas mãos.
Então, atravessa a porta do templo de Sgardia e dirige sua atenção e palavra ao jovem Bardo à sua espera.
Obrigado por vir me buscar Grande companheiro mestre dos contos! Como estás meu bom amigo Herman?


Óptimo Loyale e você, meu bom, companheiro como estas? Conquistou a esfera do fogo celeste?


Sim. Estou óptimo como vê! Trago em minhas mãos a esfera sagrada criada por minha magia em mil noites a fio. O fogo celeste, a chave para a porta da gruta de Gissa e agora poderemos terminar nosso sonho meu bom amigo. Temos a chave. Alegria das alegrias, meu amigo, de posse da chave só nos resta seguirmos rumo à Gissa. E lá, meu grande companheiro, sem mais demora atravessarmos corajosamente os portais, enfrentarmos o que nos aguarda há milénios e só agora nos chega a possibilidade de vivermos todos não só das enfadonhas obrigações estipuladas por nossos medíocres governantes, mas deleitarmos das ocupações livres, dos pequenos prazeres cotidianos, das belas criações, das tarefas ditas sem importância.


Já pensou, meu amigo, que de posse dessa sabedoria somos chamados a um novo viver. Precisamos sair desse lugar, desse mundo mágico em que vivemos e sem demora irmos para outra dimensão para junto dos que nem sonham com esse lugar e tudo o que nele há. Ser livre do seu corpo individual. Viver sem jamais sentir dúvida. Ser colectivo. Uma alma, uma divindade. Ser livre de si mesmo e estar acolhido em uma mente colectiva sem diferenças. Todos sendo Uno, sem matéria, sem corpo físico, apenas energia. Voltar ao estado ancestral original do fluxo. Lá poderemos nos dissolver. Todos seremos Uno. Sem dor, sem vontades. Que maravilhoso será não? É a cura final de nossa natureza que desde o inicio esteve corrompida pelas peculiaridades do vazio, este, que jamais será preenchido sozinho. Temos que ser uma unidade novamente. Chame os outros estamos partindo rumo à terra de Voguilishrat. Os nossos companheiros guerreiros que tanto esperaram por este momento, nosso grupo de aventureiros que vagou por tanto tempo sobre as terras e o pó desta civilização.

Calma companheiros! É preciso cautela para não correr o risco de um eterno recomeçar. E apesar de tanto tempo sonhando com esse momento sinto desapontá-los. Não partirei, mas sigam mesmo sem mim. Usufruam da magia de Voguilishrat e sejam todos Uno. Sem matéria, sem diferenças, dissolvam-se e vivam sem dores e sem vontades. Eu necessito das minhas dores, minhas diferenças. Com as janelas fechadas e o som dos pássaros ansiosamente escrever a última carta explicando que o retorno é eterno e vivemos no eterno retorno. Gissa vivia em mim, eu vivia nela como um pensamento que atravessa o céu da boca. Retornar aqui, vendo as imagens de um passado presente como uma Samsara nos inquirindo do nosso caminho é ter a certeza do ir e vir, o devir.


Loyale sorria em algum lugar.


Todos os outros companheiros de luta e aprendizado compareciam naquela carta para relatar, por meio das minhas palavras, do sucesso do persistir. E o sucesso, companheiros, traz consigo um infinito de possibilidades.
Como num passe de mágica, a cada conquista nos sentimos mais fortes, determinados, senhores de si, mas que sabemos nós das coisas do mundo? E o que nos reservam caminhos nunca antes navegados. Longe de mim o medo. Já disse e repito é preciso cautela.
Portanto, senhores, minha decisão está tomada. Somos fortes, mas somos poucos. Que as ordens sejam dadas e que se juntem a nos, nessa empreitada, toda a legião das montanhas e das planícies. Chegaremos a Gissa ao amanhecer e de lá só voltaremos com o sopro de vida que renovará as forças do mundo.
E cobriremos o solo, o ar, a água e o fogo como o espírito sagrado da natureza. Um véu que ajudará o equilíbrio das coisas. Seremos enfim heróis, sem nomes, sem rostos, sem identidades.


Loyale, bom amigo, se esforçaste tanto para criar a chave! Compreendo-o, companheiro, forneça calor humano para o mundo por nos. Estaremos contigo em presença constante e a cada sopro de vento que sentires ao rosto será o mesmo que um sussurrar de saudades ao teu ouvido.


Vamos partir agora. Esta última jornada enfim começou...

Texto escrito por: sueli aduan, Youkai, Tina e Alisson da Hora

sábado, 5 de dezembro de 2009

E quando o caos chegar...

...nenhum muro vai te guardar de você!

Não dá para entender esse mundo de hoje, a cada dia vemos mais, e mais casas com muros altos, grades, cercas eléctricas, arame farpado, alarme e infinitas outras coisas, uma suposta protecção!
Mas diga, quem é o prisioneiro quando nos trancamos em nossas casas e os bandidos ficam soltos pelas ruas?
Talvez nós mesmo sejamos os responsáveis por esse caos!
Nós que elegemos políticos incapazes de investir em educação e manter os bandidos nos presídios. Bem, nós que elegemos bandidos para governar!
Na verdade, talvez, nós mesmo se estivéssemos no lugar deles faríamos a mesma coisa. O ser humano não sabe ter poder, não sabe.
Se soubéssemos não seríamos prisioneiros das grades, das posses, do poder, do nosso próprio poder.

Entenda como quiser!

Hoje eu, realmente, me sinto uma mulher!
Entenda como quiser...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Minha boneca Barbie

Hoje recebi uma carta e, se sua remetente já era importante para mim antes dessa, hoje é mais do que especial, para entender somente lendo a carta.


"Andirá, 02 de Dezembro de 2009.

Oi amiga! quero espreçar nessas linhas o quanto eu ti gosto muuitoo!!, eu sei, sei que vai ser inútil por está carta pode se perder no tempo mais o meu carinho, amor e amizade por ti não, nunca vai se perder, nem se acabar, você faz parte da minha história
TE AMO, TE AMO, TE AMO, TE AMO... para
SEMPRE!!
Espero que nossa amizade não tenha fim, pois para mim eu sei que não vai ter, nos já passamos por tantas coisas, mudanças e isso só nos uniu ainda mais.
Você sabe que este ano foi especial, parece que cada minuto foi uma eternidade, e que bom que vivi está eternidade com você amiga. Todos sofremos com a separação do grupo G8" mais eu sei que estas separações foram para o bem de todos.
Espero que tudo de bom te aconteça
                             A nossa União será para sempre
                                          Te amo muito
                                   QUERO somente o teu Bem.
                                        ADORO VOCÊ
                                       MELHORES AMIGAS
                                      ONTEM, HOJE E SEMPRE.
Apesar de tudo...
Vai ficar na lembrança nossos momentos, nosso risos, nossos encontros, saídas e tudo mais...
Tudo marcou e sempre vai marcar juntos para sempre...
...NÃO sou o Senhor do tempo mais eu sei que vai chover e eu e todos nós ficamos muito bem quando estamos com você

Te AMO..."


Não tem nem o que falar, ? Te amo, amiga!

sábado, 28 de novembro de 2009

E eu não estou com medo de sentir o amor..

...já que ele me perseguiu.

Há algum tempo eu fiz uma decisão, decidi fugir com todas as minhas forças desse conceito abstracto! Disso de que andam chamando por ai de amor!
Alguém disse: "O amor deveria ser proibido! Bem, proibido não pois, tudo o que é proibido é mais gostoso mas, o amor ao menos deveria ser desmotivado."
Eu já concordei absolutamente com tudo isso!
Eu me proibi de me apaixonar, e descobri que o que é proibido é mais gostoso.
E, sem perceber como, acabei transformando meu melhor amigo em meu maior amor.
Confesso que nunca me entreguei tão completamente a algo ou alguém, mas também, nunca ninguém me fez me sentir tão bem!
Tão eu, tão viva, tão feliz! O amor proibido, ainda que seja por você mesmo, é melhor..
Hoje eu posso dizer, não tenho mais medo de me apaixonar e de me entregar!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tim tim

Fitou-me por algum tempo em silêncio, antes que voltasse a falar. De repente, por mais absurdo que me parecesse, começou a gargalhar. Ria alto chamando a atenção de todos ao nosso redor. Eu por minha vez não resisti e esbocei um leve sorriso, com os olhos ávidos cravados nele conjecturava a possibilidade de uma simples faquinha em minha bolsa. Seria o suficiente para arrancar a risada encarnada na língua, picotar e destruir esse ranço alegre. Ah, como eu detesto esses rompantes endemoniados do Assis. Se pelo menos dançasse bem um tango, mas não, me fitava com aqueles olhos semicerrados de quem tomou meio litro de Jack Daniels, pensando bem, se eu tivesse a coragem. Iria assassina-lo.
.
Bom, pelo menos me satisfaria. Porque o motivo do riso estava lá, no fundo do salão, exibindo um belo sorriso na face de boneca.
Sinuosa a boca que esboçava o sorriso, sinuosa a sombra projectada não somente nas paredes, mas nas minhas mãos que lhe empurrava as ancas aveludadas. Tinha ímpetos de cometer um desatino, tanto whisky, tantas facas imaginadas correndo diante dos meus olhos. Desejo e morte. Morte e desejo.
.
Não, não foi suficiente apenas olhar, devorar com palavras seus atos escusos. Nem imaginar um espancamento de pobres como imaginou Baudelaire.
Endemoniada seria nossa vida, nossa dança repleta de risos escorregadios pelo salão envernizado onde escorria o verniz dos nossos rostos.
.
Pensei que tudo isso fosse o bastante. Mas ainda assim, não foi o suficiente porque havia em mim uma ânsia em compreender a verdade, aquela que meu avô falava ser verdadeiramente o que é; um copo como um copo; uma mesa como uma mesa. Essa me escapou como escapou sua gargalhada, seu desejo, seu olhar. Restava essa garrafa vazia sobre a mesa. Imensa embriaguez.
Discreta, abri a bolsa, peguei cuidadosamente a pequena faca e aliviada lancei-a longe. Um leve sorriso surgiu e aos poucos comecei a gargalhar também.
.
A graça agora estava em mim, tola, preenchendo minha mente de idiotices sem fim, perdendo meu tão valioso tempo. Estava em um jantar maravilhoso, acompanhada do homem que tanto amava. Sem mais pensar me aproximei de Assis e fiz menção de beijá-lo. Mas deveria ter pensando um bocadinho mais. Ele percebendo minha táctica, delicadamente afastou seu rosto da possibilidade desse encontro. E com seu sorriso singular me disse:


.
- Não estava pensando em me matar estava?

- Claro que não, menti. Curiosa, ainda pensei, este homem lê pensamentos. Não era de se esperar que ele achasse que eu queria matá-lo, ainda mais depois do que ele me fez. Uma traição imperdoável. Traiu a mim, meus sentimentos mais profundos. Eu o amava e a dor foi muita. Vim a este bar determinada a dizer as últimas verdades. Em mim havia um desejo de fim, um desejo tão triste e angustiado. Mas aquele sorriso me encantou novamente, e ainda que me sentisse traída, caia nos braços de meu homem. Ah o amor, que coisa terrível. Peguei o copo de Jack Daniel e disse a mim mesma. De hoje em diante, não viverei uma existência social, mais serei uma meretriz desalmada.


Quem escreveu:
CajadOmatic, Katia Mota, Alisson da Hora, sueli aduan, Tina e Léo Metallica

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Doce prisão



Minha liberdade é acorrentada,
Meus passos não tocam o chão...
Já não enchergo a estrada;

Talvez seja uma ilusão.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Está no céu...

...está no mar, na extensão do infinito!

É incrível como algumas pessoas ainda duvidam disso.
E é mais incrível ainda como quando essas pessoas, ao serem questionadas sobre o porque dessa descrença só sabem falar sobre acontecimentos com La Purga, em que a Igreja matou pessoas e pessoas. Mas, se esquecem completamente de que essas coisas aconteceram a séculos atrás...
Foi pessoa matando pessoa.
Não se pode NUNCA esquecer disso.

Acredite SIM, ame seu Deus, Ele existe, Ele te ama, Ele te ouve, Ele atende à suas preces! Ele só quer o que é de melhor para TODOS os seus filhos, independentemente de eles acreditarem ou não em um Deus, respeitando Ele ou não. Você pode não amar à Deus, mas, ele te ama mais que tudo...

"Te amar por quem não te ama.
Te adorar por quem não te adora.
E esperar por quem não espera em ti.
E pelos que não creem eu estou aqui."

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Borboleta-mariposa


De dia é borboleta,
De noite mariposa,
Fazendo cada faceta!
Hora voa, hora pousa.

Em cada noite quente,
Em cada dia frio...
Elas estão presentes
Suaves como um arrepio.

Seguem o cheiro das flores,
A brisa leve a cantar,
Vem com a harmonia das cores...
E o brilho do luar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Da boneca para a maquiagem

Confesso que ser adolescente não é nem um pouco fácil mas, querendo ou não todo acabam passando por essa fase da vida. Alguns saem dela felizes e satisfeitos, por outro lado, sempre há os que a encerram de forma um tanto desconfortável, digamos assim
Essas pessoas não souberam encarar os chamados "tabus da adolescência"
são acontecimentos que todos acabamos passando uma hora ou outra mas que, em sua maioria acontecem entre os 12 e os 18 anos, ou seja, um período de transição.
São coisas como a introdução à vida sexual, a menarca, no caso das meninas, as transformação no corpo, na voz, na forma de pensar, ter que decidir que caminho vai seguir o resto da vida. Saber entender que para algumas coisas ainda é criança , e para outras já é adulto. Mas, afinal qual o maior tabu da adolescência?
Acredito que desde sempre foi ter que passar pelos problemas acima sozinho, ou contando com a ajuda de outros adolescentes. nosso maior tabu, que é necessário que seja quebrado, é o dialogo com os pais. geralmente sentimos muita vergonha de nos abrirmos com eles, achamos que não vão entender, e , nos esquecemos de que os adultos passaram por isso antes.
A adolescência é um período muito importante para nosso crescimento, não só físico como mental, nosso amadurecimento. A puberdade não é fácil, mas é superável.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Meu passado, meu futuro.


Tem alguém lá fora, eu sei. Sempre tem, está à espreita, me esperando sair... Ele me quer e eu também o quero, mas e essa dúvida que não me abandona nunca, esse impasse sem fim entre o sonho e a realidade.
Por uns instantes meus pés vacilam, dou um passo a frente, sigo,toco a maçaneta. E num piscar de olhos vejo que todo desejo vem numa explosão lancinante. Tudo é presumido. Olhares e lembranças povoam o vagar lento de minhas ideias. Não não é o desejo que me atordoa, é a dúvida.

Tem alguém em algum lugar que não está a espreita mas tem o mesmo desejo, a mesma duvida mas seus olhos não me vêem, apenas sabem que me tem, de certa forma.
Talvez eu não saiba que ele está lá, só desejo tão fortemente que esteja que chego a acreditar nisso!
Passo a acreditar nele, passo a duvidar de mim. Para preservar minha sanidade busco rastros de realidade. Encontro. Foi real. Vestígios de uma história, cartas amareladas. Mas não quero viver de passado. Já nem quero ser sã. Quero simplesmente tornar tudo isso um presente, dar continuidade.. Fazer com que se transforme em uma vida inteira!
E há uma força, uma intromissão que quer roubar de mim o que construí. Qual o problema que o passado tome para si todo o presente?
É meu! Tanto quanto os sonhos, os desejos, os olhos à espreita, os que não espreitam, mas lá estão.
Sonho ou realidade por uns instantes ou pra vida toda. Não importa, ainda assim, são meus e tão somente.
O outro lado da porta me espera.
Mas para atravessá-la preciso primeiro transpor os umbrais da dúvida e do medo. Entrar nos vãos do desejo. Pular da sacada em um gesto alucinado de entrega.

Quando estiver à vontade dentro de mim, poderei habitar qualquer espaço. Quando suportar meu próprio olhar no espelho, teus olhos a me seguirem só me darão prazer. Então, só então, te atravessarei.
Talvez não esteja pronta para viver.

Texto escrito por: Tina, sueli aduan, CajadOmatic, dana paulinelli e Katia Mota.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quem vem lá?

A noite era fria. Droga de trabalho, eu saio tarde demais! Logo hoje meu namorado não pode ir me buscar...
Parece que hoje está mais escuro que o normal, que coisa estranha. Nunca havia percebido que esse caminho tinha um ar tão sinistro.
Senti um frio na espinha de repente. Deve ser minha cabeça. Eu não acredito nessas coisas de espírito! Não há nada de mais.
O que foi isso? Oh! Meu Deus, o que aconteceu?
Ah! Não é nada. Foi o vento que agitou as árvores. O vento fez aquele barulho estranho, não tem ninguém me seguindo.
É melhor eu olhar para trás e conferir. Não, não há ninguém.
Minha respiração já está acelerada demais. Melhor eu me acalmar, um ataque de asma agora não seria a melhor coisa. Logo chegarei à ponte, lá é mais iluminado e sempre tem casais namorando nesse horário.
? O que aconteceu? Não tem ninguém aqui... Ah! Me esqueci que é Natal, todos estão em casa comemorando, menos eu.
Melhor eu apressar o passo se quiser chegar lá logo... E viva. Não ! Tire esses pensamentos da cabeça. Não tem ninguém vindo. Isso é mal.
Que ruído é esse? Ah! Só a lâmpada do poste queimando, calma aí! Todas queimando ao mesmo tempo? Isso está ficando muito estranho.
Quem está aí?
Começo a correr... Maldita pedra, eu tinha que tropeçar, eu tinha que cair.
Quem é você? Afaste-se de mim!
O que é isso? O que quer? Não! Não!

E é só disso que me lembro.

Segredo sob neve

“Perdera a conta de quantas voltas dera em torno do quarteirão. Em cada uma delas os olhos se dirigiam para a janela do terceiro andar na esperança de que as luzes se apagassem. Ansiava por um sinal de assentimento à sua fuga, de conivência com sua covardia. Mas aquele abajur opalinado que tantas vezes acendera, tateando no escuro, insistia em se manter aceso. O sinal era opaco, mas incontestável: a verdade precisava vir à luz.


Determinado, parou o carro em frente à entrada do pequeno hotel de apartamentos e depressa se pôs a subir as escadas. Sentia-se cansado. Ofegava. Já não era aquele adolescente atlético e simpático que atraía a atenção das garotas. No segundo andar se deu conta de que apenas o cansaço não era causa suficiente para a taquicardia. Parou para descansar um pouco. As lâmpadas das escadas estavam apagadas e através da penumbra percebeu um corpo caído e que os seus sapatos estavam em uma poça de sangue. Com a visão de um possível cadáver, seus músculos aquecidos se contraíram repentinamente e junto com o susto veio a perda do equilíbrio, os braços dançaram no ar em busca de apoio, mas sua sorte já havia sido lançada. Tombou de costas contra um lance de degraus sólidos e sentiu uma dor aguda e excruciante nas costelas que se partiam com o choque. Mas o pior ainda não passara, com a inércia e a gravidade a seu favor, em sentido sarcástico, rolou escada abaixo em rotação desengonçada, partindo seus ossos do braço esquerdo, seu nariz, seu maxilar, abrindo o supercílio e, por fim, estirando-se de costas contra uma parede de canto qualquer, inconsciente pelas sucessivas pancadas na cabeça.


O barulho estrondoso da queda despertou os vizinhos. Portas se entreabiram. Pessoas assustadas olhavam pelas frestas. Aos poucos deixaram seus apartamentos, vinham de todos os andares e se amontoavam em volta do corpo caído na escada. Estavam prestes a socorrê-lo quando ouviram um grito de pavor ecoando do terceiro andar. Era mais uma vítima, não fora a primeira, nem seria a última daquela noite no Hotel Darbus. Um dos moradores resolveu descer e pedir ajuda na rua quando percebeu que todas as portas estavam trancadas. De repente todas as luzes se apagaram. Apenas a luz do terceiro andar continuava acesa, como um dedo em riste aponta um criminoso.”



Ele, misteriosamente, clareava aquele pequeno espaço na tentativa de que o segredo viesse à tona. Parou de escrever e releu o texto. Havia escrito muitos romances policiais em sua vida mas deste dependia sua aceitação nesta editora.


Acendeu um cigarro e foi até a janela. Precisava dar continuidade, manter o suspense, despertar o interesse, ser inovador. Jogou-se na poltrona da sala olhando para o teto. Nada mais vinha à sua cabeça. Lembrou-se de antigos filmes com o Humphrey Bogart. Detestava Casablanca. Gostava de A rainha da África.


Resolveu voltar para o hotel. Sentia-se tão quebrado como seu personagem. Olhou o teclado com letrinhas sorridentes e apertou retorno. Nova linha, agora em branco. A luz do terceiro andar se apagara de repente.


Deitado, observando a neve cair por trás da janela, refletia sobre o título do romance abortado. Sobrou neve e faltou segredo. Restava-lhe apenas sono sob neve. Antes dormisse ele que seus leitores.


Quem escreveu: dana paulinelli, Tina, Fred Matos, Youkai, sueli aduan e Cajadomatic.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Selinhos



Ganhei esses três selinhos da
letícia akemi. Muito obrigada mesmo pelo carinho!

7 coisas que eu gosto em um blog:

•Autenticidade;
•Textos com um lado meio poético, amo isso!;
•Textos que tenham uma boa carga de emoção;
•Criatividade;
•Textos que me levem a pensar;
•Textos em que eu me identifique;
•Diversão.

Eu indico esses três selinhos para Cabeça de Abóbora, o blog que tem tudo o que eu gosto!

Às vezes

Às vezes me pego pensando.
Pensando lá no futuro, às vezes é um futuro próximo: eu e você.
Às vezes um futuro que ainda está muito longe, que eu nem sei mesmo se virá, só sei que desejo com todas as minhas forças que venha. Ai seremos só eu e você.
O futuro nos reserva tantas e tantas coisas... Nos dará nossos filhos, gémeos, lindos!
Nos dará meu consultório psiquiátrico.
E você será um bom médico! Ele nos reservas imensas felicidades...
E é nisso que eu fico pensando, eu penso em mim, eu penso, sobretudo em você!
Quando eu fico calada, olhando o nada... Eu me vejo, e eu te vejo!
Te amo para sempre

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A vida é simplesmente...


...uma sucessão de escolhas.
O certo e o errado.
O doce e o salgado.
O seco e o molhado.
O cedo e o tarde.
A Terra e Marte.
O inteiro e a parte.
O preto e o branco.
O sorriso e o pranto.
O meio e o canto.
O bem e o mal.
O açúcar e o sal.
A Páscoa e o Natal.
A esquerda e a direita.
O plantio e a colheita.
O aparente e à espreita.
O dia e a noite.
O abate e o açoite.
A faca e a foice.
O poder e o não poder.
O querer e o fazer.
O ser e o não ser.
Enfim, o que o medo nos permite fazer...

domingo, 8 de novembro de 2009

Uma foto, uma alma, uma vida


Dizem que quando se tira uma foto uma parte de sua alma é roubada. Acredito que seja verdade, que talvez não se roube somente uma parte. É como uma horcrux que a divide em mil para poder ficar olhando depois...
Uma foto pode ser tudo, ou nada. Pode ser nada quando em um apertar de botões é apagada. Ou tudo quando revelada, uma foto guarda lembranças, lugares, pessoas, infâncias, velhice, vidas.
Ela devolve o verde a árvores já secas e podres, ela devolve a vida a almas assim, à almas que já não se pode ver, à almas que queremos por perto, que vão demorar para voltar, que não vão voltar.
Uma foto pode ser tudo, ou nada. Nada quando jogada ao fogo para ser esquecida. Ou até mesmo tudo quando, até amassada, fica no meu bolso para que a todo momento eu possa ver o teu sorriso, só mais uma vez...
A foto traz o que se foi, deixa perto o que é longe, quem inventou a foto, sabia o que é saudade. Saudade do dia que se foi, do gostinho de quero mais, da beleza que o tempo rouba, da vida que um dia vai, do pôr do sol, do dia de chuva, dos amigos, da família, saudade da vida que passou. Daquela vida, a minha vida, a nossa vida, a vida que não volta.

De olhos bem fechados


Conta a lenda que do colo branco e nu de Teresa nasciam flores multi coloridas. Alguns se perguntavam se seria magia, outros se seria reação espontânea de uma paixão escondida. A despeito da curiosidade, crescia o mistério. Inútil negar, ainda que de olhos bem fechados o aroma das flores...
Dessa lenda, alguns se perguntavam também se isso não poderia ser uma espécie de maldição velada. Porque, por mais que seja inegável o perfume das flores, nada se compara ao colo nu de uma mulher.
Reza também a lenda que Teresa seria a própria flor, que o perfume exalava era dela.
De olhos bem fechados escondia de si própria a paixão que dela fazia brotar as flores.
Deixou as flores na mesa. Onde estaria aquele vaso? Vasculhou portas, gavetas e armários como alguém que busca o mapa de secreto de um tesouro perdido.
Decididamente não haveria vasos para tantas flores. Não haveria colo para tantas flores. Não haveria Teresa para tantos amores.
E, de olhos bem fechados,com um quase sorriso, Teresa sonhava... sonhava...
Sonhava com o dia em que o dono e merecedor de tantas flores chegasse...
Ela não era a Teresa de tantos amores, era a Teresa do maior e mais belo amor!

Texto escrito por: sueli aduan, Daniela Paulinelli, Leonardo Delarete Pimenta, Katia Mota e Tina.

Selinho


Ganhei esse selinho da ●๋• тнαi иαรciмєитσ; E repasso para .:cotidiano

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Minha janela


Da minha janela eu vejo o céu. Dela eu vejo também o mar. Um farol. Os pássaros que se alimentam. E os que simplesmente voam para não se sabe onde. Da minha janela eu vejo a noite. As estrelas. A lua minguante. Da minha janela eu vejo o dia. O brilho do sol. Sinto a maresia. Dela eu posso te observar. Sei quando você vai passar. Minha janela é simples. Pequena. Sem valor. Minha janela é o nada. É o tudo. Não é bonita. É escondida. Em um canto de minha casa. Bem no centro do meu quarto. Não trocaria, com certeza, não trocaria minha janela por nenhuma desse mundo. Da minha janela, eu vejo o céu.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O homem é o lobo do homem

Fecho os olhos. A guerra vai começar. Estou preparada. É necessário. Estou insegura. É desnecessário. A pior guerra de todas. A maior de todos os tempos. Eu fico sem ar. Estou nervosa. A escuridão cobre tudo. Espere. Não tudo. Há uma luz. Caminho para ela? Caminho. Ela não chega. O que há comigo? O que há? Meus gritos ecoam no nada. Ecoam em mim. Abro meus olhos. Vejo o clarão mundo. Vejo o teto do meu quarto. Frio e solitário. Como sempre. A guerra acabou. Por hoje.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Nefelibatismo


Perdida em utopia;
vagando solitária.
Já se foi o dia,
a noite é visionária.

Meu mundo é resumido:
uma viagem sem fim,
meu mundo é oblíquo,
tudo dentro de mim.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Meme


-Eu me entrego completamente;
-Eu amo loucamente;
-Eu acredito piamente;
-Posso ser frágil e inocente;
-Mas também posso ser maliciosa e experiente;

•Quem me passou esse meme foi a betina;

Eu repasso para: .:cotidiano; Mundinho Fashion; ad Tempus Fugit; HUMOR EM TEXTOS; Cabeça de Abóbora

domingo, 1 de novembro de 2009

O certo a fazer

Se o meu braço me levar a errar, que eu corte o braço;
Se meus olhos me levarem a errar, que eu os arranque.

Depois da felicidade, o que vem?


Imaginamos a felicidade mas, nunca conseguimos sentir que realmente a temos.
Parece que ela nunca chega, é como tentar chegar ao horizonte.
Você vê o fim do mar, vê mas, não alcança.
Você vê o fim do céu, vê mas, não pode tocar, nem sabe como na verdade é.
Nem sabe se é ou não é.
Depois da felicidade, o que vem?

Você faz parte do meu mundo de morango

Quem me deu: - Ingrid

Qual seu doce preferido com morango?
-Leite condensado

O que você prefere no morango, as cores, o cheiro ou o sabor?
-O sabor, com certeza!

Como seria seu Mundo de Morango perfeito?
-Ã?

Eu indico para:
-Cabeça de Abóbora
-House Of Girl
-Algo de mim
-' Os pensamentos voam ..
-resmungulios.