sábado, 28 de novembro de 2009

E eu não estou com medo de sentir o amor..

...já que ele me perseguiu.

Há algum tempo eu fiz uma decisão, decidi fugir com todas as minhas forças desse conceito abstracto! Disso de que andam chamando por ai de amor!
Alguém disse: "O amor deveria ser proibido! Bem, proibido não pois, tudo o que é proibido é mais gostoso mas, o amor ao menos deveria ser desmotivado."
Eu já concordei absolutamente com tudo isso!
Eu me proibi de me apaixonar, e descobri que o que é proibido é mais gostoso.
E, sem perceber como, acabei transformando meu melhor amigo em meu maior amor.
Confesso que nunca me entreguei tão completamente a algo ou alguém, mas também, nunca ninguém me fez me sentir tão bem!
Tão eu, tão viva, tão feliz! O amor proibido, ainda que seja por você mesmo, é melhor..
Hoje eu posso dizer, não tenho mais medo de me apaixonar e de me entregar!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tim tim

Fitou-me por algum tempo em silêncio, antes que voltasse a falar. De repente, por mais absurdo que me parecesse, começou a gargalhar. Ria alto chamando a atenção de todos ao nosso redor. Eu por minha vez não resisti e esbocei um leve sorriso, com os olhos ávidos cravados nele conjecturava a possibilidade de uma simples faquinha em minha bolsa. Seria o suficiente para arrancar a risada encarnada na língua, picotar e destruir esse ranço alegre. Ah, como eu detesto esses rompantes endemoniados do Assis. Se pelo menos dançasse bem um tango, mas não, me fitava com aqueles olhos semicerrados de quem tomou meio litro de Jack Daniels, pensando bem, se eu tivesse a coragem. Iria assassina-lo.
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Bom, pelo menos me satisfaria. Porque o motivo do riso estava lá, no fundo do salão, exibindo um belo sorriso na face de boneca.
Sinuosa a boca que esboçava o sorriso, sinuosa a sombra projectada não somente nas paredes, mas nas minhas mãos que lhe empurrava as ancas aveludadas. Tinha ímpetos de cometer um desatino, tanto whisky, tantas facas imaginadas correndo diante dos meus olhos. Desejo e morte. Morte e desejo.
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Não, não foi suficiente apenas olhar, devorar com palavras seus atos escusos. Nem imaginar um espancamento de pobres como imaginou Baudelaire.
Endemoniada seria nossa vida, nossa dança repleta de risos escorregadios pelo salão envernizado onde escorria o verniz dos nossos rostos.
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Pensei que tudo isso fosse o bastante. Mas ainda assim, não foi o suficiente porque havia em mim uma ânsia em compreender a verdade, aquela que meu avô falava ser verdadeiramente o que é; um copo como um copo; uma mesa como uma mesa. Essa me escapou como escapou sua gargalhada, seu desejo, seu olhar. Restava essa garrafa vazia sobre a mesa. Imensa embriaguez.
Discreta, abri a bolsa, peguei cuidadosamente a pequena faca e aliviada lancei-a longe. Um leve sorriso surgiu e aos poucos comecei a gargalhar também.
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A graça agora estava em mim, tola, preenchendo minha mente de idiotices sem fim, perdendo meu tão valioso tempo. Estava em um jantar maravilhoso, acompanhada do homem que tanto amava. Sem mais pensar me aproximei de Assis e fiz menção de beijá-lo. Mas deveria ter pensando um bocadinho mais. Ele percebendo minha táctica, delicadamente afastou seu rosto da possibilidade desse encontro. E com seu sorriso singular me disse:


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- Não estava pensando em me matar estava?

- Claro que não, menti. Curiosa, ainda pensei, este homem lê pensamentos. Não era de se esperar que ele achasse que eu queria matá-lo, ainda mais depois do que ele me fez. Uma traição imperdoável. Traiu a mim, meus sentimentos mais profundos. Eu o amava e a dor foi muita. Vim a este bar determinada a dizer as últimas verdades. Em mim havia um desejo de fim, um desejo tão triste e angustiado. Mas aquele sorriso me encantou novamente, e ainda que me sentisse traída, caia nos braços de meu homem. Ah o amor, que coisa terrível. Peguei o copo de Jack Daniel e disse a mim mesma. De hoje em diante, não viverei uma existência social, mais serei uma meretriz desalmada.


Quem escreveu:
CajadOmatic, Katia Mota, Alisson da Hora, sueli aduan, Tina e Léo Metallica

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Doce prisão



Minha liberdade é acorrentada,
Meus passos não tocam o chão...
Já não enchergo a estrada;

Talvez seja uma ilusão.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Está no céu...

...está no mar, na extensão do infinito!

É incrível como algumas pessoas ainda duvidam disso.
E é mais incrível ainda como quando essas pessoas, ao serem questionadas sobre o porque dessa descrença só sabem falar sobre acontecimentos com La Purga, em que a Igreja matou pessoas e pessoas. Mas, se esquecem completamente de que essas coisas aconteceram a séculos atrás...
Foi pessoa matando pessoa.
Não se pode NUNCA esquecer disso.

Acredite SIM, ame seu Deus, Ele existe, Ele te ama, Ele te ouve, Ele atende à suas preces! Ele só quer o que é de melhor para TODOS os seus filhos, independentemente de eles acreditarem ou não em um Deus, respeitando Ele ou não. Você pode não amar à Deus, mas, ele te ama mais que tudo...

"Te amar por quem não te ama.
Te adorar por quem não te adora.
E esperar por quem não espera em ti.
E pelos que não creem eu estou aqui."

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Borboleta-mariposa


De dia é borboleta,
De noite mariposa,
Fazendo cada faceta!
Hora voa, hora pousa.

Em cada noite quente,
Em cada dia frio...
Elas estão presentes
Suaves como um arrepio.

Seguem o cheiro das flores,
A brisa leve a cantar,
Vem com a harmonia das cores...
E o brilho do luar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Da boneca para a maquiagem

Confesso que ser adolescente não é nem um pouco fácil mas, querendo ou não todo acabam passando por essa fase da vida. Alguns saem dela felizes e satisfeitos, por outro lado, sempre há os que a encerram de forma um tanto desconfortável, digamos assim
Essas pessoas não souberam encarar os chamados "tabus da adolescência"
são acontecimentos que todos acabamos passando uma hora ou outra mas que, em sua maioria acontecem entre os 12 e os 18 anos, ou seja, um período de transição.
São coisas como a introdução à vida sexual, a menarca, no caso das meninas, as transformação no corpo, na voz, na forma de pensar, ter que decidir que caminho vai seguir o resto da vida. Saber entender que para algumas coisas ainda é criança , e para outras já é adulto. Mas, afinal qual o maior tabu da adolescência?
Acredito que desde sempre foi ter que passar pelos problemas acima sozinho, ou contando com a ajuda de outros adolescentes. nosso maior tabu, que é necessário que seja quebrado, é o dialogo com os pais. geralmente sentimos muita vergonha de nos abrirmos com eles, achamos que não vão entender, e , nos esquecemos de que os adultos passaram por isso antes.
A adolescência é um período muito importante para nosso crescimento, não só físico como mental, nosso amadurecimento. A puberdade não é fácil, mas é superável.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Meu passado, meu futuro.


Tem alguém lá fora, eu sei. Sempre tem, está à espreita, me esperando sair... Ele me quer e eu também o quero, mas e essa dúvida que não me abandona nunca, esse impasse sem fim entre o sonho e a realidade.
Por uns instantes meus pés vacilam, dou um passo a frente, sigo,toco a maçaneta. E num piscar de olhos vejo que todo desejo vem numa explosão lancinante. Tudo é presumido. Olhares e lembranças povoam o vagar lento de minhas ideias. Não não é o desejo que me atordoa, é a dúvida.

Tem alguém em algum lugar que não está a espreita mas tem o mesmo desejo, a mesma duvida mas seus olhos não me vêem, apenas sabem que me tem, de certa forma.
Talvez eu não saiba que ele está lá, só desejo tão fortemente que esteja que chego a acreditar nisso!
Passo a acreditar nele, passo a duvidar de mim. Para preservar minha sanidade busco rastros de realidade. Encontro. Foi real. Vestígios de uma história, cartas amareladas. Mas não quero viver de passado. Já nem quero ser sã. Quero simplesmente tornar tudo isso um presente, dar continuidade.. Fazer com que se transforme em uma vida inteira!
E há uma força, uma intromissão que quer roubar de mim o que construí. Qual o problema que o passado tome para si todo o presente?
É meu! Tanto quanto os sonhos, os desejos, os olhos à espreita, os que não espreitam, mas lá estão.
Sonho ou realidade por uns instantes ou pra vida toda. Não importa, ainda assim, são meus e tão somente.
O outro lado da porta me espera.
Mas para atravessá-la preciso primeiro transpor os umbrais da dúvida e do medo. Entrar nos vãos do desejo. Pular da sacada em um gesto alucinado de entrega.

Quando estiver à vontade dentro de mim, poderei habitar qualquer espaço. Quando suportar meu próprio olhar no espelho, teus olhos a me seguirem só me darão prazer. Então, só então, te atravessarei.
Talvez não esteja pronta para viver.

Texto escrito por: Tina, sueli aduan, CajadOmatic, dana paulinelli e Katia Mota.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quem vem lá?

A noite era fria. Droga de trabalho, eu saio tarde demais! Logo hoje meu namorado não pode ir me buscar...
Parece que hoje está mais escuro que o normal, que coisa estranha. Nunca havia percebido que esse caminho tinha um ar tão sinistro.
Senti um frio na espinha de repente. Deve ser minha cabeça. Eu não acredito nessas coisas de espírito! Não há nada de mais.
O que foi isso? Oh! Meu Deus, o que aconteceu?
Ah! Não é nada. Foi o vento que agitou as árvores. O vento fez aquele barulho estranho, não tem ninguém me seguindo.
É melhor eu olhar para trás e conferir. Não, não há ninguém.
Minha respiração já está acelerada demais. Melhor eu me acalmar, um ataque de asma agora não seria a melhor coisa. Logo chegarei à ponte, lá é mais iluminado e sempre tem casais namorando nesse horário.
? O que aconteceu? Não tem ninguém aqui... Ah! Me esqueci que é Natal, todos estão em casa comemorando, menos eu.
Melhor eu apressar o passo se quiser chegar lá logo... E viva. Não ! Tire esses pensamentos da cabeça. Não tem ninguém vindo. Isso é mal.
Que ruído é esse? Ah! Só a lâmpada do poste queimando, calma aí! Todas queimando ao mesmo tempo? Isso está ficando muito estranho.
Quem está aí?
Começo a correr... Maldita pedra, eu tinha que tropeçar, eu tinha que cair.
Quem é você? Afaste-se de mim!
O que é isso? O que quer? Não! Não!

E é só disso que me lembro.

Segredo sob neve

“Perdera a conta de quantas voltas dera em torno do quarteirão. Em cada uma delas os olhos se dirigiam para a janela do terceiro andar na esperança de que as luzes se apagassem. Ansiava por um sinal de assentimento à sua fuga, de conivência com sua covardia. Mas aquele abajur opalinado que tantas vezes acendera, tateando no escuro, insistia em se manter aceso. O sinal era opaco, mas incontestável: a verdade precisava vir à luz.


Determinado, parou o carro em frente à entrada do pequeno hotel de apartamentos e depressa se pôs a subir as escadas. Sentia-se cansado. Ofegava. Já não era aquele adolescente atlético e simpático que atraía a atenção das garotas. No segundo andar se deu conta de que apenas o cansaço não era causa suficiente para a taquicardia. Parou para descansar um pouco. As lâmpadas das escadas estavam apagadas e através da penumbra percebeu um corpo caído e que os seus sapatos estavam em uma poça de sangue. Com a visão de um possível cadáver, seus músculos aquecidos se contraíram repentinamente e junto com o susto veio a perda do equilíbrio, os braços dançaram no ar em busca de apoio, mas sua sorte já havia sido lançada. Tombou de costas contra um lance de degraus sólidos e sentiu uma dor aguda e excruciante nas costelas que se partiam com o choque. Mas o pior ainda não passara, com a inércia e a gravidade a seu favor, em sentido sarcástico, rolou escada abaixo em rotação desengonçada, partindo seus ossos do braço esquerdo, seu nariz, seu maxilar, abrindo o supercílio e, por fim, estirando-se de costas contra uma parede de canto qualquer, inconsciente pelas sucessivas pancadas na cabeça.


O barulho estrondoso da queda despertou os vizinhos. Portas se entreabiram. Pessoas assustadas olhavam pelas frestas. Aos poucos deixaram seus apartamentos, vinham de todos os andares e se amontoavam em volta do corpo caído na escada. Estavam prestes a socorrê-lo quando ouviram um grito de pavor ecoando do terceiro andar. Era mais uma vítima, não fora a primeira, nem seria a última daquela noite no Hotel Darbus. Um dos moradores resolveu descer e pedir ajuda na rua quando percebeu que todas as portas estavam trancadas. De repente todas as luzes se apagaram. Apenas a luz do terceiro andar continuava acesa, como um dedo em riste aponta um criminoso.”



Ele, misteriosamente, clareava aquele pequeno espaço na tentativa de que o segredo viesse à tona. Parou de escrever e releu o texto. Havia escrito muitos romances policiais em sua vida mas deste dependia sua aceitação nesta editora.


Acendeu um cigarro e foi até a janela. Precisava dar continuidade, manter o suspense, despertar o interesse, ser inovador. Jogou-se na poltrona da sala olhando para o teto. Nada mais vinha à sua cabeça. Lembrou-se de antigos filmes com o Humphrey Bogart. Detestava Casablanca. Gostava de A rainha da África.


Resolveu voltar para o hotel. Sentia-se tão quebrado como seu personagem. Olhou o teclado com letrinhas sorridentes e apertou retorno. Nova linha, agora em branco. A luz do terceiro andar se apagara de repente.


Deitado, observando a neve cair por trás da janela, refletia sobre o título do romance abortado. Sobrou neve e faltou segredo. Restava-lhe apenas sono sob neve. Antes dormisse ele que seus leitores.


Quem escreveu: dana paulinelli, Tina, Fred Matos, Youkai, sueli aduan e Cajadomatic.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Selinhos



Ganhei esses três selinhos da
letícia akemi. Muito obrigada mesmo pelo carinho!

7 coisas que eu gosto em um blog:

•Autenticidade;
•Textos com um lado meio poético, amo isso!;
•Textos que tenham uma boa carga de emoção;
•Criatividade;
•Textos que me levem a pensar;
•Textos em que eu me identifique;
•Diversão.

Eu indico esses três selinhos para Cabeça de Abóbora, o blog que tem tudo o que eu gosto!

Às vezes

Às vezes me pego pensando.
Pensando lá no futuro, às vezes é um futuro próximo: eu e você.
Às vezes um futuro que ainda está muito longe, que eu nem sei mesmo se virá, só sei que desejo com todas as minhas forças que venha. Ai seremos só eu e você.
O futuro nos reserva tantas e tantas coisas... Nos dará nossos filhos, gémeos, lindos!
Nos dará meu consultório psiquiátrico.
E você será um bom médico! Ele nos reservas imensas felicidades...
E é nisso que eu fico pensando, eu penso em mim, eu penso, sobretudo em você!
Quando eu fico calada, olhando o nada... Eu me vejo, e eu te vejo!
Te amo para sempre

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A vida é simplesmente...


...uma sucessão de escolhas.
O certo e o errado.
O doce e o salgado.
O seco e o molhado.
O cedo e o tarde.
A Terra e Marte.
O inteiro e a parte.
O preto e o branco.
O sorriso e o pranto.
O meio e o canto.
O bem e o mal.
O açúcar e o sal.
A Páscoa e o Natal.
A esquerda e a direita.
O plantio e a colheita.
O aparente e à espreita.
O dia e a noite.
O abate e o açoite.
A faca e a foice.
O poder e o não poder.
O querer e o fazer.
O ser e o não ser.
Enfim, o que o medo nos permite fazer...

domingo, 8 de novembro de 2009

Uma foto, uma alma, uma vida


Dizem que quando se tira uma foto uma parte de sua alma é roubada. Acredito que seja verdade, que talvez não se roube somente uma parte. É como uma horcrux que a divide em mil para poder ficar olhando depois...
Uma foto pode ser tudo, ou nada. Pode ser nada quando em um apertar de botões é apagada. Ou tudo quando revelada, uma foto guarda lembranças, lugares, pessoas, infâncias, velhice, vidas.
Ela devolve o verde a árvores já secas e podres, ela devolve a vida a almas assim, à almas que já não se pode ver, à almas que queremos por perto, que vão demorar para voltar, que não vão voltar.
Uma foto pode ser tudo, ou nada. Nada quando jogada ao fogo para ser esquecida. Ou até mesmo tudo quando, até amassada, fica no meu bolso para que a todo momento eu possa ver o teu sorriso, só mais uma vez...
A foto traz o que se foi, deixa perto o que é longe, quem inventou a foto, sabia o que é saudade. Saudade do dia que se foi, do gostinho de quero mais, da beleza que o tempo rouba, da vida que um dia vai, do pôr do sol, do dia de chuva, dos amigos, da família, saudade da vida que passou. Daquela vida, a minha vida, a nossa vida, a vida que não volta.

De olhos bem fechados


Conta a lenda que do colo branco e nu de Teresa nasciam flores multi coloridas. Alguns se perguntavam se seria magia, outros se seria reação espontânea de uma paixão escondida. A despeito da curiosidade, crescia o mistério. Inútil negar, ainda que de olhos bem fechados o aroma das flores...
Dessa lenda, alguns se perguntavam também se isso não poderia ser uma espécie de maldição velada. Porque, por mais que seja inegável o perfume das flores, nada se compara ao colo nu de uma mulher.
Reza também a lenda que Teresa seria a própria flor, que o perfume exalava era dela.
De olhos bem fechados escondia de si própria a paixão que dela fazia brotar as flores.
Deixou as flores na mesa. Onde estaria aquele vaso? Vasculhou portas, gavetas e armários como alguém que busca o mapa de secreto de um tesouro perdido.
Decididamente não haveria vasos para tantas flores. Não haveria colo para tantas flores. Não haveria Teresa para tantos amores.
E, de olhos bem fechados,com um quase sorriso, Teresa sonhava... sonhava...
Sonhava com o dia em que o dono e merecedor de tantas flores chegasse...
Ela não era a Teresa de tantos amores, era a Teresa do maior e mais belo amor!

Texto escrito por: sueli aduan, Daniela Paulinelli, Leonardo Delarete Pimenta, Katia Mota e Tina.

Selinho


Ganhei esse selinho da ●๋• тнαi иαรciмєитσ; E repasso para .:cotidiano

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Minha janela


Da minha janela eu vejo o céu. Dela eu vejo também o mar. Um farol. Os pássaros que se alimentam. E os que simplesmente voam para não se sabe onde. Da minha janela eu vejo a noite. As estrelas. A lua minguante. Da minha janela eu vejo o dia. O brilho do sol. Sinto a maresia. Dela eu posso te observar. Sei quando você vai passar. Minha janela é simples. Pequena. Sem valor. Minha janela é o nada. É o tudo. Não é bonita. É escondida. Em um canto de minha casa. Bem no centro do meu quarto. Não trocaria, com certeza, não trocaria minha janela por nenhuma desse mundo. Da minha janela, eu vejo o céu.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O homem é o lobo do homem

Fecho os olhos. A guerra vai começar. Estou preparada. É necessário. Estou insegura. É desnecessário. A pior guerra de todas. A maior de todos os tempos. Eu fico sem ar. Estou nervosa. A escuridão cobre tudo. Espere. Não tudo. Há uma luz. Caminho para ela? Caminho. Ela não chega. O que há comigo? O que há? Meus gritos ecoam no nada. Ecoam em mim. Abro meus olhos. Vejo o clarão mundo. Vejo o teto do meu quarto. Frio e solitário. Como sempre. A guerra acabou. Por hoje.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Nefelibatismo


Perdida em utopia;
vagando solitária.
Já se foi o dia,
a noite é visionária.

Meu mundo é resumido:
uma viagem sem fim,
meu mundo é oblíquo,
tudo dentro de mim.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Meme


-Eu me entrego completamente;
-Eu amo loucamente;
-Eu acredito piamente;
-Posso ser frágil e inocente;
-Mas também posso ser maliciosa e experiente;

•Quem me passou esse meme foi a betina;

Eu repasso para: .:cotidiano; Mundinho Fashion; ad Tempus Fugit; HUMOR EM TEXTOS; Cabeça de Abóbora

domingo, 1 de novembro de 2009

O certo a fazer

Se o meu braço me levar a errar, que eu corte o braço;
Se meus olhos me levarem a errar, que eu os arranque.

Depois da felicidade, o que vem?


Imaginamos a felicidade mas, nunca conseguimos sentir que realmente a temos.
Parece que ela nunca chega, é como tentar chegar ao horizonte.
Você vê o fim do mar, vê mas, não alcança.
Você vê o fim do céu, vê mas, não pode tocar, nem sabe como na verdade é.
Nem sabe se é ou não é.
Depois da felicidade, o que vem?

Você faz parte do meu mundo de morango

Quem me deu: - Ingrid

Qual seu doce preferido com morango?
-Leite condensado

O que você prefere no morango, as cores, o cheiro ou o sabor?
-O sabor, com certeza!

Como seria seu Mundo de Morango perfeito?
-Ã?

Eu indico para:
-Cabeça de Abóbora
-House Of Girl
-Algo de mim
-' Os pensamentos voam ..
-resmungulios.

Questionário da Ingrid

Quem me passou: - Ingrid

1) Quatro filmes que eu assisto sempre que passam:

-HSM (os 3)
-Legalmente loira (os 2)
-Crepúsculo (não passa na TV mas, eu vejo sempre em DVD)
-Harry Potter (Os 5, já que o sexto eu ainda não vi)

2)Quatro lugares em que já morei:

-Andirá
-Andirá (Afeee)

-Andirá (Afeee)
-Andirá (Afãão)

3) Quatro programas de TV que gosto:


-Quinta Categoria
-Viver a vida (Sim! Eu vejo novela)
-Filmes (Isso não é programa mas, eu amo)
-Chaves (Eu ainda vejo isso, e ainda rio disso)

4) Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

-Paulo
-Daiane
-Josi
-Tio Almeida (valeu por lembrarem de mim, gente!)

5) Quatro coisas que eu faço todo dia sem falta:

-MSN
-Mandar mensagem para meu amor
-Rezar
-Banho, escovar os dentes, comer, dormir (óbvio)

6) Quatro comidas favoritas:

-Brigadeiro
-Carne assada
-Frango arrepiado
-Pizza

7) Quatro lugares em que eu gostaria de estar:

-RS
-Paris
-Londres
-Roma

Eu repasso esse questionário para:

-.:cotidiano
-Sweet & Fun
-280197
-.