quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010?

2010 já?
Como assim?
Não acredito, mais um ano passou, e eu cada vez ficando mais velha...
Tá, todo mundo AMA ano novo, aqueles votos que todo mundo sempre faz, que tédio. Tá (de novo), é óbvio que eu REALMENTE desejo isso à todos, um ano de paz, amor, e tudo, tudo mesmo, de bom!
Mas, não consigo querer que o tempo passe e eu cada vez fique mais velha e tenha que ter RESPONSABILIDADES, as temidas responsabilidades.
Afee..
Deixa eu terminar esse post HORRÍVEL.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Meu lar, meu firmamento

Meu trapézio balançando lento, preso lá no firmamento e eu tentando me equilibrar.
Equilibrar-me e quem sabe, de tão próxima, esticar lentamente minhas mãos na possibilidade de uma estrela alcançar.
Mágico esse momento,esse lugar onde se podia de repente escutar:
- Ah os meus bigodes!
é tarde, é tarde,
tão tarde até que arde,
alô, adeus,
é tarde
é tarde
é tarde.
Estaria eu delirando ou teria mesmo ouvido o meu relógio de parede falar?
Ponteiro dos segundos a correr, desesperado, obcecado em manter o tempo a girar e o 1o de Janeiro marcar. Mas novo ano entrou e o ponteiro não descansou.
É tarde, é tarde, alô, adeus, hoje, ontem, amanhã, velho ano, ano novo, tudo igual, tudo igual, tudo igual ...
Era o cuco do relógio balançando lento, na dança do tempo, e eu tentando me equilibrar no fio do presente sem resvalar no passado ou no futuro.
Equilibrar-me no fio do presente e sentir, que mesmo sendo igual a tantos outros momentos do ontem, do velho ou do novo não é isso que importa.
Existir. Andar, correr, balançar e quando olho atentamente em baixo de meus pés percebo que posso observar todos e tudo o que fazem.
Brinco de vê-los;
Esses seres que correm sem ver que o tempo pode passar lento também
alô, adeus, é tarde
é tarde
é tarde!
é tarde... tarde? Não para mim que vivo a brincar, pra cá e pra lá, pra cá e pra lá.
Feito o mundo que não para de girar, quem sabe numa dessas voltas um amor trapezista arme seu palco no meu peito e eu lhe estenda minha pele como rede de proteção?
Quem sabe...
É.. Quem sabe?
Mas, por enquanto sigo eu.
Cantarolando no ritmo do meu trapézio, viajando sem sair do lugar;
Esperando esse meu amor, quem sabe um dia, chegar.

FIM

Texto escrito por: Tina, sueli aduan, CajadOmatic e dana paulinelli

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Minha criança, meu Natal.

Não quero que ela morra
Não quero que ela vá embora,
Não quero que essa criança
Deixe de existir em mim!

Porque no Natal
Eu ainda tento acreditar
Que aquela estrelinha mais forte
Vai brilhar
E que a magia
Nunca, nunca vai se acabar.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"Eu queria...

...era dizer diferente aquilo que todo mundo sente mas, não consegue expressar"

Eu queria mesmo era que que cada palavra que eu digo, escrevo, pensou ou até mesmo digito pudesse tocar cada pessoa que a ouvisse, lesse ou entendesse por uma simples troca de olhares.
Eu queria conseguir explicar cada detalhe do que habita em mim, cada pensamento, lastima ou sorriso.
Cada passo que eu dou, a forma como meus pés tocam o chão, a forma como meus olhos vêem os teus, ou os de qualquer outra pessoa.
Explicar as milhões de vozes que ouço, de onde vem ou o que são. O que significam e o que dizem. Elas são meio confusas, fazem controvérsias, devo escolher qual seguir. Devo escolher qual ouvir.
Olha eu de novo tentando explicar!

Teatro

Inexplicável



Inesquecível


Dá vontade de nunca mais parar!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Só mais um desabafo.

Eu sempre quis ser ouvida mas, não tinha exatamente coragem para falar.
Eu era o tipo de garota que andava com quem viesse atrás de mim, só falava com quem puxasse conversa...
E por isso achava que ninguém é que gostava de mim. Dizia que era na minha mas, na verdade eu era tímida e insegura, dificilmente me soltava.
Incrível como um gesto pode mudar uma pessoa. Incrível como decisão, talvez precipitada, muitas vezes nem sua, pode mudar sua vida!
A solidão crescia dentro de mim, faltava alguém (vejam em Sou boneca com defeito), faltava meio que um pedaço de mim.
Não vou dizer que ela foi substituída, ela nunca será. Melhores amigos são insubstituíveis, e a minha só está temporariamente afastada de mim.
Mas, me encontrei em outras pessoas, coisas, e encontrei em uma parte de mim que nem eu mesma conhecia.
Me superei cada vez mais, a cada dia, eu crescia e aprendia. Aprendia que eu sou uma parte de um todo, e esse todo não gira em torno de mim, dos meus gostos ou desejos, eu tinha que entender.
Espero ter crescido o suficiente para não mais me arrepende, para não mais esquecer, e para saber que se eu o fizer, ou chegar perto, sou humana, errei e erro.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Só o tempo

Um coração partido;
Só o tempo cura.
Uma vida perdida;
Só o tempo apaga.
Uma flor caída;
Só o tempo leva.
Dois corações;
Só o tempo une.
E reúne...
E reúne...
E reúne.

A que era mulher de verdade! - Parte IV - Desabafo da Amélia

O tempo passou, Amélia e Fábio se casaram mas, não foi tudo como imaginavam.
Quando completava 4 meses de gravidez, Amélia descia as escadas de sua casa, quando, por um descuido tropeçou, os degraus pareciam não ter fim, já que ela não os viu... Chegou desacordada ao hospital, e ao despertar recebeu a notícia: Não haveria mais bebê.
Os dois nunca mais pensaram em ter filhos, nem falavam nesse assunto.
O tempo passava mais e mais, Amélia já tinha seus 30 anos, quando voltava da casa de sua mãe junto com Fábio e decidiram parar em uma praça.
Se sentam um em cada ponta do banco, ele coloca o cigarro do lado, abre o jornal e começa a ler, ela senta com as pernas juntas, e fica olhando para os lados procurando algo para fazer ou observar, olha para ele, olha para os lados, vai ficando irritada, olha de novo pra ele... Ele continua olhando o jornal, ate que ela não aguenta, e tenta conversar.
_Lembra quando éramos adolescentes? E ficávamos namorando neste banco? A gente nem via o tempo passar, só queríamos ficar juntos. Mas agora depois de casados que estamos juntos, você nem me dá mais atenção, nem me beija mais. Só quer saber desse jornal. Por que eu te amei Fábio? Por que as pessoas tem que amar, hein? O amor deveria ser proibido, bem, proibido não, pois que tudo o que é proibido é mais gostoso, mas ao menos os amores deveriam der desmotivados, algo parecido com essas campanhas contra o cigarro. Imagine só, no intervalo de cada novela, após vermos os sofrimentos de amor de uma dessas abestalhadas que se chamam "Helena" e que ficam 235 capítulos sofrendo por um cara que no fim das contas não vale a pena, no intervalo nós veríamos fazer campanhas dizendo "minha queria telespectadora, não ame, pois o amor pode ser prejudicial a tua saúde". Relatos sobre pessoas que se mataram por amor, que enlouqueceram por amor, que jogaram suas vidas na lata de lixo por conta deste conceito abstrato. Mas acho que não adiantaria, veja você, fumando um cigarro onde no verso está escrito: "fumar causa câncer", e pouco se importando... Sabe... Por incrível que isso lhe pareça, um dia eu tive sonhos... Sonhei, por exemplo, em ser atriz! Todos diziam que eu tinha talento pra isso. Mas você, não gostava do teatro, ou melhor, não gostava de ver a "sua mulher" metida junto com esse "bando", que é como você sempre chamou o pessoal do teatro! E você com toda essa pinta de intelectual, nunca conseguiu assistir uma poça inteira comigo. Quantos amores eu teria vivido, que caminhos eu não teria seguido, quantos papéis eu não teria interpretado? Eu poderia ter contracenado com cada ator lindo! Fábio Assunção, Rodrigo Santoro, hum! Eu poderia ter casado com o Rodrigo Santoro! É, mas eu tive que abandonar a arte para que pudesse me dedicar a você. Porque eu te amo.
Olha para ele, ele continua lendo, nervosa pega o jornal, joga no chão e sai. Ele pega o jornal do chão, guarda o cigarro no bolso, e depois sai tranquilo.

FIM

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A que era mulher de verdade! - Parte III - Aborto e pré-natal

Já faziam 3 meses que Amélia e Fábio namoravam, mas, sem o consentimento dos pais dela.
Eles acreditavam que ela era muito jovem, uma menina, uma criança, e ainda por cima não confiavam em Fábio.
Como se a proibição os impedisse de se encontrarem as escondidas, mal sabiam seus pais de que Amélia não era mais uma menina...
Uma manhã, Amélia acordou com um enjoo imenso, mal se aguentava, não era o primeiro sinal, ela já tinha quase certeza, estava grávida.
Já nem sabia o que pensar, não sabia qual seria a reação de seu namorado, seus pais, todos! O que seria da sua vida?
O primeiro impulso de Fábio foi pedir para que ela abortasse mas, sequer teve coragem de propor tal coisa... Só conseguiu pensar em uma solução, se casariam.
Mas e minha carreira, dizia Amélia, e o teatro? Ela sabia que Fábio não suportava ver peças, nunca lhe dissera isso, mas também nunca vira uma peça inteira com ela, detestava tudo isso.
Eram de gostos e mundos completamente diferentes, e agora tinham um elo, uma ligação, estariam unidos para sempre.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A que era mulher de verdade! - Parte II - Quero ser atriz

O tempo passava e Amélia crescia. Era linda, delicada e educada. Seu passatempo preferido, entre outros, era ir as aulas de teatro e, é claro ficar em frente ao espelho repassando tudo o que aprendeu.
Foi, com o tempo, se apaixonando por esse mundo de sonhos e fantasias...
Sabia que era esse o caminho que iria seguir, para o resto da vida. Queria ser atriz, queria brilhar, nos palcos, na TV, no cinema, queria brilhar! Nascera para brilhar!
Amava todos os seus amigos do grupo de teatro, amava também, e demais, seu namorado Fábio.
Era seu primeiro namorado e queria, com todas as suas forças que fosse o único.
Amélia, com seus 15 anos, era ainda um tanto inocente, posso assim dizer. Já Fábio, com 23, já devem imaginar.
Que ela o amava é fato. Mas, Fábio a amava do mesmo modo? Ou queria apenas "possuí-la"?
Isso deixo para que cada um de vocês tire suas próprias conclusões.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A que era mulher de verdade! - Parte I - Nasce uma princesa

05 de Março de 1979. Nascia na pequena cidade de Andirá, norte do Paraná uma bela menina, de olhos castanhos e um olhar profundo, em suas pequenas mãozinhas que, com forçam apertavam os dedos da mãe se via uma também pequena manchinha, algo sem forma ou cor definida, algo único, simples e raro. Assim como ela.
Seu nome, não podia ser mais propício: Amélia.
Seus pais, Augusto e Cláudia, cuidavam com todo o carinho e amor de sua filha única. Era para ela toda a sua atenção.
Os dois iam, com o tempo, fazendo tudo o que achassem necessário para que sua pequena Amélia fosse a mais educada, bela e simpática garota de toda a família, a preparavam para se dar bem em qualquer profissão, família ou seja lá o que fosse o futuro que ela ia escolher.
Lhe davam liberdade, mas não muita.
Lhe faziam os desejos, mas não mimavam.
Era a garota perfeita.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Uma chave para um recomeço.


"Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti." [ Friedrich Nietzsche ]

Janelas fechadas observo o quarto. Silêncio e som de pássaros Sobre a mesa um xícara com chá descansa. O bem-estar do chá, o pensamento longe , o prazer da escrita.

Começo ansiosamente e com as pontas dos dedos tecla os primeiros acordes.

Depois das mil noites de treinamento constante a recompensa de Sir Loyale, Mago do terceiro circulo da ordem de Balsam Phy, está em suas mãos, literalmente em suas mãos.
Então, atravessa a porta do templo de Sgardia e dirige sua atenção e palavra ao jovem Bardo à sua espera.
Obrigado por vir me buscar Grande companheiro mestre dos contos! Como estás meu bom amigo Herman?


Óptimo Loyale e você, meu bom, companheiro como estas? Conquistou a esfera do fogo celeste?


Sim. Estou óptimo como vê! Trago em minhas mãos a esfera sagrada criada por minha magia em mil noites a fio. O fogo celeste, a chave para a porta da gruta de Gissa e agora poderemos terminar nosso sonho meu bom amigo. Temos a chave. Alegria das alegrias, meu amigo, de posse da chave só nos resta seguirmos rumo à Gissa. E lá, meu grande companheiro, sem mais demora atravessarmos corajosamente os portais, enfrentarmos o que nos aguarda há milénios e só agora nos chega a possibilidade de vivermos todos não só das enfadonhas obrigações estipuladas por nossos medíocres governantes, mas deleitarmos das ocupações livres, dos pequenos prazeres cotidianos, das belas criações, das tarefas ditas sem importância.


Já pensou, meu amigo, que de posse dessa sabedoria somos chamados a um novo viver. Precisamos sair desse lugar, desse mundo mágico em que vivemos e sem demora irmos para outra dimensão para junto dos que nem sonham com esse lugar e tudo o que nele há. Ser livre do seu corpo individual. Viver sem jamais sentir dúvida. Ser colectivo. Uma alma, uma divindade. Ser livre de si mesmo e estar acolhido em uma mente colectiva sem diferenças. Todos sendo Uno, sem matéria, sem corpo físico, apenas energia. Voltar ao estado ancestral original do fluxo. Lá poderemos nos dissolver. Todos seremos Uno. Sem dor, sem vontades. Que maravilhoso será não? É a cura final de nossa natureza que desde o inicio esteve corrompida pelas peculiaridades do vazio, este, que jamais será preenchido sozinho. Temos que ser uma unidade novamente. Chame os outros estamos partindo rumo à terra de Voguilishrat. Os nossos companheiros guerreiros que tanto esperaram por este momento, nosso grupo de aventureiros que vagou por tanto tempo sobre as terras e o pó desta civilização.

Calma companheiros! É preciso cautela para não correr o risco de um eterno recomeçar. E apesar de tanto tempo sonhando com esse momento sinto desapontá-los. Não partirei, mas sigam mesmo sem mim. Usufruam da magia de Voguilishrat e sejam todos Uno. Sem matéria, sem diferenças, dissolvam-se e vivam sem dores e sem vontades. Eu necessito das minhas dores, minhas diferenças. Com as janelas fechadas e o som dos pássaros ansiosamente escrever a última carta explicando que o retorno é eterno e vivemos no eterno retorno. Gissa vivia em mim, eu vivia nela como um pensamento que atravessa o céu da boca. Retornar aqui, vendo as imagens de um passado presente como uma Samsara nos inquirindo do nosso caminho é ter a certeza do ir e vir, o devir.


Loyale sorria em algum lugar.


Todos os outros companheiros de luta e aprendizado compareciam naquela carta para relatar, por meio das minhas palavras, do sucesso do persistir. E o sucesso, companheiros, traz consigo um infinito de possibilidades.
Como num passe de mágica, a cada conquista nos sentimos mais fortes, determinados, senhores de si, mas que sabemos nós das coisas do mundo? E o que nos reservam caminhos nunca antes navegados. Longe de mim o medo. Já disse e repito é preciso cautela.
Portanto, senhores, minha decisão está tomada. Somos fortes, mas somos poucos. Que as ordens sejam dadas e que se juntem a nos, nessa empreitada, toda a legião das montanhas e das planícies. Chegaremos a Gissa ao amanhecer e de lá só voltaremos com o sopro de vida que renovará as forças do mundo.
E cobriremos o solo, o ar, a água e o fogo como o espírito sagrado da natureza. Um véu que ajudará o equilíbrio das coisas. Seremos enfim heróis, sem nomes, sem rostos, sem identidades.


Loyale, bom amigo, se esforçaste tanto para criar a chave! Compreendo-o, companheiro, forneça calor humano para o mundo por nos. Estaremos contigo em presença constante e a cada sopro de vento que sentires ao rosto será o mesmo que um sussurrar de saudades ao teu ouvido.


Vamos partir agora. Esta última jornada enfim começou...

Texto escrito por: sueli aduan, Youkai, Tina e Alisson da Hora

sábado, 5 de dezembro de 2009

E quando o caos chegar...

...nenhum muro vai te guardar de você!

Não dá para entender esse mundo de hoje, a cada dia vemos mais, e mais casas com muros altos, grades, cercas eléctricas, arame farpado, alarme e infinitas outras coisas, uma suposta protecção!
Mas diga, quem é o prisioneiro quando nos trancamos em nossas casas e os bandidos ficam soltos pelas ruas?
Talvez nós mesmo sejamos os responsáveis por esse caos!
Nós que elegemos políticos incapazes de investir em educação e manter os bandidos nos presídios. Bem, nós que elegemos bandidos para governar!
Na verdade, talvez, nós mesmo se estivéssemos no lugar deles faríamos a mesma coisa. O ser humano não sabe ter poder, não sabe.
Se soubéssemos não seríamos prisioneiros das grades, das posses, do poder, do nosso próprio poder.

Entenda como quiser!

Hoje eu, realmente, me sinto uma mulher!
Entenda como quiser...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Minha boneca Barbie

Hoje recebi uma carta e, se sua remetente já era importante para mim antes dessa, hoje é mais do que especial, para entender somente lendo a carta.


"Andirá, 02 de Dezembro de 2009.

Oi amiga! quero espreçar nessas linhas o quanto eu ti gosto muuitoo!!, eu sei, sei que vai ser inútil por está carta pode se perder no tempo mais o meu carinho, amor e amizade por ti não, nunca vai se perder, nem se acabar, você faz parte da minha história
TE AMO, TE AMO, TE AMO, TE AMO... para
SEMPRE!!
Espero que nossa amizade não tenha fim, pois para mim eu sei que não vai ter, nos já passamos por tantas coisas, mudanças e isso só nos uniu ainda mais.
Você sabe que este ano foi especial, parece que cada minuto foi uma eternidade, e que bom que vivi está eternidade com você amiga. Todos sofremos com a separação do grupo G8" mais eu sei que estas separações foram para o bem de todos.
Espero que tudo de bom te aconteça
                             A nossa União será para sempre
                                          Te amo muito
                                   QUERO somente o teu Bem.
                                        ADORO VOCÊ
                                       MELHORES AMIGAS
                                      ONTEM, HOJE E SEMPRE.
Apesar de tudo...
Vai ficar na lembrança nossos momentos, nosso risos, nossos encontros, saídas e tudo mais...
Tudo marcou e sempre vai marcar juntos para sempre...
...NÃO sou o Senhor do tempo mais eu sei que vai chover e eu e todos nós ficamos muito bem quando estamos com você

Te AMO..."


Não tem nem o que falar, ? Te amo, amiga!