sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Futuro. Uma palavra que ultimamente tem me dado arrepios. Sempre pensei nesse assunto como algo distante, uma coisa que iria demorar muito para chegar. Era como se minha vida fosse uma estrada em que eu caminhava muito lentamente, sem me preocupar para onde iria ou quanto tempo levaria para chegar. Hoje não vejo mais as coisas assim. Talvez eu tenha chegado há um ponto da estrada onde ela se divide e eu, tenho que escolher entre estes inúmeros caminhos mesmo só sabendo de uma coisa: nenhum deles terá volta. No começo ela se parecia com uma estrada comum, dessas em que a gente pode andar para frente ou para trás, embora eu nunca tivesse tentado voltar sabia, ou achava que sabia, que poderia fazê-lo quando quisesse. Agora não, ela se move abaixo de meus pés, como uma enxurrada que milésimos, centésimos de segundo e eu, a cada um deles me sinto mais próxima das escolhas, do fim, de novos começos, bons ou ruins. E eu não sei como vai ser. E isso me dá certo medo. Um pouco de angustia talvez. Só mantenho uma certeza: de que só depende de mim.

2 comentários:

●๋• тнαi иαรciмєитσ disse...

Hum... Já me senti assim, aliás, isso está ficando cada vez mais comum. Então sei como é. A receita, se é que existe, é pensar o máximo que puder e mesmo assim ainda arriscar um pouco. Afinal, não se sabe o que a estrada te reserva, não é? A questão é, sim, só depende de você.

Tina disse...

é.. E isso é o que a deixa mais complicada, faz parte do conceito de crescer, não depender mais dos outross..

:)