quinta-feira, 21 de julho de 2011


Súbito abro os olhos. Não sei onde estou, mas é bom! Uma sensação de leveza me invade, é como se eu pudesse voar, mas isso é humanamente impossível! Bem, a não ser que eu não seja humano. Mas como é possível isso? E como vim parar aqui? O vento vem ao meu encontro, balançando a grama alta. Abro os braços. Fecho os olhos. Sinto o vento. Um cheiro bom me domina. Uma sensação de vida que nunca havia sentido. Eu sei que pode parecer loucura, mas mesmo assim eu o faço. Corro. Pulo. E já não tenho mais coragem de olhar para baixo. Tenho medo de acabar acordando. Estou extasiado. Agora realmente sou eu. Sou o que poucos conseguiram perceber. Levemente me destaco na multidão. Não quero ser perceptível a todos. Mas ainda assim estou aqui.

4 comentários:

Desiree Bueno Tibúrcio disse...

Uia, parece que sou a primeira ^^
Sabe, esse texto me lembrou muuuuito a descrição de uma viajem astral!
Imagino que a sensação deve ser parecido com o que descreve.
Mas também traz a sensação de uma grande fluidez por parte do eu lírico...
Transmite leveza, liberdade ao leitor!
Mas, viajens a parte, adorei (:


http://lepetitkawai.blogspot.com/

Jéssica Marques disse...

Oun *-*

Valeu, Desi. Na verdade, isso foi um sonho ;D

Adriano Silva disse...

a unica que não tinha lido fico p/trás, ^^ lindu

Jéssica Marques disse...

Valeu