domingo, 27 de novembro de 2011

"Eu acho...

... que a gente está crescendo."


Foi o que ele me disse esta semana. Eu acho que a gente está crescendo, meu amor. E isto me deixou triste.

sábado, 19 de novembro de 2011

Eu já devia ter postado isso há alguns dias, mas devido às provas e trabalhos finais ando meio sem tempo, o que não significa que não tenha o que falar, na verdade, tenho muito a dizer, mas, por ora, vou contar algo que me aconteceu na semana passada.
Na sexta-feira, eu tive uma prova, apenas, que começaria às 21h, mas como moro em uma cidade e estudo em outra, tive de vir para Jacarezinho às 19h, como sempre. Alguns dos meus amigos, na verdade a maioria deles, também não mora aqui, por isso estávamos todos os que iam fazer prova, e um que não ia fazer prova, nem é de outra cidade, mas adora passear por aqui pela universidade!
Então, resolvemos ir comer um pastel para passar o tempo e aumentar a fome, não é?
Tudo ia como de costume, discutimos sobre o que pedir, pedimos, os pastéis chegaram e estávamos comendo.
Foi quando um homem, que não me pareceu morador de rua, mas talvez o fosse, parou em nossa mesa, que estava do lado de fora da pastelaria, e disse:
- Será que vocês não tem R$1 para me inteirar para eu comprar um salgado?
Silêncio.
- Eu já tomei minha pinga - E mostrou a sacola que trazia com uma garrafa pela metade - agora eu estou com fome.
Silêncio.
Foi quando o dono lugar chegou dizendo:
- Não está vendo que você está atrapalhando, não? Vaza daqui, ninguém te quer aqui!
Nesse momento, um de meus amigos cortou um pedaço de seu pastel e lhe deu, o homem agradeceu e saiu. Pude ver, que enquanto ele caminhava olhava para o pedaço de pastel em sua mão com um sorriso irónico, como quem dizia:
- Eles podiam me dar bem mais que isso, se quisessem.
Depois disso vários comentários vieram, mas cada um deles só fazia eu me sentir pior.
- Meu pai é policial, ele me disse que devemos ficar longe de pessoas assim, e comer só em lugares fechados.
- Onde eu morava, qualquer um que chegasse assim em nossa mesa poderia nos assaltar.
- Ele poderia ter matado a todos nós, se quisesse.
- Ele nos olhou de uma forma estranha, principalmente para você, Jéssica.
Mas eu não ouvia direito, estava me remoendo, só porque não tinha dinheiro e meus amigos haviam me dado um suco, eu apenas os acompanhava, eu não lhe dei nem atenção. Sequer repreendi o dono do lugar, dizendo que ele não estava nos incomodando ou algo do tipo. Fiquei quieta. Parada. Quanto mais penso mais percebo que grande parte das coisas que digo raramente faço, e nem consigo perceber porque! Sempre depois  que alguma coisa acontece eu penso: "poderia ter agido assim." Mas eu nunca faço. Não faço nem a coisa errada. Simplesmente não faço nada. Este é o meu problema: sou só uma pessoa de falar que não sabe agir!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Falta de estro poético

Por que isso acontece com a gente às vezes? Poucas coisas me deixam tão angustiada quanto querer escrever e não conseguir pensar em nada para dizer. Então, por muitas vezes acabo escrevendo simplesmente sobre a minha falta de inspiração. O que, na minha opinião é extremamente entediante. Sem mais delongas, indico blogs muito bons para os que por aqui não encontraram o que estavam procurando.


terça-feira, 1 de novembro de 2011

"E é só você...

...que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi."


Legião Urbana