quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A tenra medida do ser eu.

Eu, que fui eu a vida toda,
não sei o que serei.
Eu, que serei eu o tempo inteiro,
não defino o que fui.
E você, que pode ser como quiser,
não deixa de ser você.


4 comentários:

PeDrAuM disse...

E só diria mais que:

"Sou tão eu mesmo
Que me assusto as vezes
De tanto que sei sobre mim
E não sei, por diversas vezes, o que quero"

Muito Bom Post Fleur! Haha
Adoro a escrita existencialista!
Continue escrevendo, acompanharei sempre que puder! =D

Pedrodeamolar.blogspot.com

Jéssica Marques disse...

"E de tanto que não sei
sobre quem.
De tanto que não sei o quanto quero.
E como sei!"

haha

***MissUniversoPróprio*** disse...

E não adianta tentar esconder o que se é, um dia a verdade sobressai.

Um pequeno texto, e um grande significado. Adorei!

Obrigada pela visita lá no blog! ;*

Jéssica Marques disse...

Por nada! Vou tentar aparecer por lá mais vezes :D