quarta-feira, 26 de outubro de 2016

"A bolsa amarela tava vazia à beça.

... Tão leve. E eu também, gozado, eu também estava me sentindo um bocado leve."
(A bolsa amarela - Lygia Bojunga)

Este é o último parágrafo do meu livro favorito no mundo inteiro. Ultimamente eu tenho me sentido assim: leve. E com vontade de escrever... Acho que perdi completamente o jeito ou então esse tal de jeito nunca esteve em mim. Quero dizer, escrever e reescrever conforme antes fazia mas não me chegam palavras que me agradem. É só essa vontade de gritar para o mundo: me sinto infinita e profundamente bem!