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"A bolsa amarela tava vazia à beça.

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... Tão leve. E eu também, gozado, eu também estava me sentindo um bocado leve." (A bolsa amarela - Lygia Bojunga) Este é o último parágrafo do meu livro favorito no mundo inteiro. Ultimamente eu tenho me sentido assim: leve. E com vontade de escrever... Acho que perdi completamente o jeito ou então esse tal de jeito nunca esteve em mim. Quero dizer, escrever e reescrever conforme antes fazia mas não me chegam palavras que me agradem. É só essa vontade de gritar para o mundo: me sinto infinita e profundamente bem!