Meu lar, meu firmamento
Meu trapézio balançando lento, preso lá no firmamento e eu tentando me equilibrar.
Equilibrar-me e quem sabe, de tão próxima, esticar lentamente minhas mãos na possibilidade de uma estrela alcançar.
Mágico esse momento,esse lugar onde se podia de repente escutar:
- Ah os meus bigodes!
é tarde, é tarde,
tão tarde até que arde,
alô, adeus,
é tarde
é tarde
é tarde.
Estaria eu delirando ou teria mesmo ouvido o meu relógio de parede falar?
Ponteiro dos segundos a correr, desesperado, obcecado em manter o tempo a girar e o 1o de Janeiro marcar. Mas novo ano entrou e o ponteiro não descansou.
É tarde, é tarde, alô, adeus, hoje, ontem, amanhã, velho ano, ano novo, tudo igual, tudo igual, tudo igual ...
Era o cuco do relógio balançando lento, na dança do tempo, e eu tentando me equilibrar no fio do presente sem resvalar no passado ou no futuro.
Equilibrar-me no fio do presente e sentir, que mesmo sendo igual a tantos outros momentos do ontem, do velho ou do novo não é isso que importa.
Existir. Andar, correr, balançar e quando olho atentamente em baixo de meus pés percebo que posso observar todos e tudo o que fazem.
Brinco de vê-los;
Esses seres que correm sem ver que o tempo pode passar lento também
alô, adeus, é tarde
é tarde
é tarde!
é tarde... tarde? Não para mim que vivo a brincar, pra cá e pra lá, pra cá e pra lá.
Feito o mundo que não para de girar, quem sabe numa dessas voltas um amor trapezista arme seu palco no meu peito e eu lhe estenda minha pele como rede de proteção?
Quem sabe...
É.. Quem sabe?
Mas, por enquanto sigo eu.
Cantarolando no ritmo do meu trapézio, viajando sem sair do lugar;
Esperando esse meu amor, quem sabe um dia, chegar.
Texto escrito por: Tina, sueli aduan, CajadOmatic e dana paulinelli
Equilibrar-me e quem sabe, de tão próxima, esticar lentamente minhas mãos na possibilidade de uma estrela alcançar.
Mágico esse momento,esse lugar onde se podia de repente escutar:
- Ah os meus bigodes!
é tarde, é tarde,
tão tarde até que arde,
alô, adeus,
é tarde
é tarde
é tarde.
Estaria eu delirando ou teria mesmo ouvido o meu relógio de parede falar?
Ponteiro dos segundos a correr, desesperado, obcecado em manter o tempo a girar e o 1o de Janeiro marcar. Mas novo ano entrou e o ponteiro não descansou.
É tarde, é tarde, alô, adeus, hoje, ontem, amanhã, velho ano, ano novo, tudo igual, tudo igual, tudo igual ...
Era o cuco do relógio balançando lento, na dança do tempo, e eu tentando me equilibrar no fio do presente sem resvalar no passado ou no futuro.
Equilibrar-me no fio do presente e sentir, que mesmo sendo igual a tantos outros momentos do ontem, do velho ou do novo não é isso que importa.
Existir. Andar, correr, balançar e quando olho atentamente em baixo de meus pés percebo que posso observar todos e tudo o que fazem.
Brinco de vê-los;
Esses seres que correm sem ver que o tempo pode passar lento também
alô, adeus, é tarde
é tarde
é tarde!
é tarde... tarde? Não para mim que vivo a brincar, pra cá e pra lá, pra cá e pra lá.
Feito o mundo que não para de girar, quem sabe numa dessas voltas um amor trapezista arme seu palco no meu peito e eu lhe estenda minha pele como rede de proteção?
Quem sabe...
É.. Quem sabe?
Mas, por enquanto sigo eu.
Cantarolando no ritmo do meu trapézio, viajando sem sair do lugar;
Esperando esse meu amor, quem sabe um dia, chegar.
FIM
Texto escrito por: Tina, sueli aduan, CajadOmatic e dana paulinelli
Comentários
Olá,
que post liindo.
adorei o texto muiito bom.
Feliz ano nnovo!
;*
Aproveita p. dar uma espiadinha em www.adtempusfugit.blogspot.com
Beijos. *-*
Clap, Clap, Clap...
Beeijos imensos;